
Oklahoma City Thunder – Com a sua única escolha, de número 23, o Thunder selecionou o ala Darius Bazley, que assim como o perfil de grande parte do elenco do OKC, se mostra um jogador atlético, que pode defender múltiplas posições, mas não arremessa bem. Tem a capacidade de ser um criador de jogadas, embora não deva ser usado nessa função, tendo em vista que o time de Billy Donovan não costuma dar a função de criação de jogadas para coadjuvantes.
Orlando Magic – Também com apenas uma escolha no Draft, o Magic usou a escolha 16 para selecionar Chuma Okeke, de Auburn. O ala-pivô não deve jogar nesta temporada devido à uma lesão no joelho, mas se recuperado totalmente daqui a um ano, pode ter sido o “steal” do Draft. O jogador se destaca na parte defensiva, mas também apresenta capacidade para pontuar em jogadas de pick-and-roll, e até mesmo arremessar do perímetro.
Philadelphia 76ers – Após negócios feitos na noite do Draft, a franquia da Philadelphia ficou com as escolhas 20 e 54. Enquanto a escolha de segunda rodada, Marial Shayok, de Iowa State não deve ter espaço, Matisse Thybulle é aposta para ser um jogador importante para o banco do Philadelphia. Vindo de Washington, o ala Thybulle apresenta capacidade atlética e um instinto de defensor que faz dele uma ameaça para jogadores das posições 1, 2 e 3. A princípio, seu jogo extremamente limitado na parte ofensiva, deve fazer dele apenas um arremessador.
Phoenix Suns – É difícil explicar o porquê do Suns trocar a sua sexta escolha, por Dario Saric e a décima primeira escolha, e assim perder a oportunidade de draftar um armador. Com a escolha que veio na troca, outra surpresa, Cameron Johnson de North Carolina que era cotado para ficar bem mais abaixo no Draft. O ala-pivô tem como principal – talvez a única – virtude ser um arremessador.
Com a escolha de número 24, o ala-armador Ty Jerome de Virginia parece ter sido uma escolha precisa. Pode atuar como armador principal, devido à sua qualidade para orquestrar o pick-and-roll, e também como um arremessador, já que seus números de catch-and-shoot são bons. Apesar do que seu tamanho indica, é um bom defensor.
Portland Trail Blazers – A imagem deixada por Portland na temporada passada foi de que os alas do elenco não são bons o suficiente. Sendo assim, a escolha 25 foi usada para selecionar Nassir Little – que de maneira surpreendente estava disponível a essa altura -.
O ala de North Carolina ainda tem muito a melhorar no ataque, mas a sua boa defesa deve colocar ele na rotação desde o início.
San Antonio Spurs – Na escolha de número 19, Luka Samanic é um ala-pivô europeu que pode fazer de tudo um pouco, mas não é especialista em nada. A falta de lacunas no seu jogo é algo que faz dele um prospecto com potencial.
Na penúltima escolha da primeira rodada, Keldon Johnson de Kentucky é um jogador versátil nos dois lados da quadra, sendo a sua agressividade na defesa sua qualidade mais notável. É um reboteiro acima da média entre os alas.
Com a escolha 49, o ala-armador Quinndary Weatherspoon foi selecionado. Vindo de Mississippi State, o jogador pode funcionar criando jogadas ou mesmo como um arremessador. Sua versatilidade defensiva é algo incomum entre armadores.
Sacramento Kings – Com apenas escolhas de segunda rodada – 40, 55 e 60 -, o Kings selecionou o criador de jogadas, Justin James e o arremessador, Kyle Guy. Além do ala-armador Vanja Marinkovic, que deve ficar na Europa.
Toronto Raptors – Detentor de somente uma escolha, a penúltima, o campeão selecionou o pivô Dewan Hernandez de Miami. Deve ser jogador da G-League por enquanto.
Utah Jazz – As escolhas 50, 53 e 58 renderam três jogadores que devem estar presentes na próxima G-League. O ala-pivô Jarrell Brantley, o armador Justin Wright-Foreman e o ala-armador Miye Oni que não parecem estar prontos para a NBA.
Washington Wizards – Na nona escolha, o ala-pivô Rui Hachimura pode pontuar de todas as maneiras. Pode pontuar jogando de costas para a cesta, arremessar bem do perímetro e de média distância. Deve pontuar até mesmo em infiltrações, devido a sua habilidade de finalizar mesmo com contato. Sua agilidade e tamanho devem fazer dele também um bom defensor.
Com a escolha 42, o ala Admiral Schofield não deve ter tanto espaço. O seu jogo ainda requer muitos ajustes.